NOTÍCIAS

livro_da_luiz_e_da_sombra

Recordações Digitais
O livro "da luz (e) da sombra" já está disponível para venda ao público. Com prefácio de Ricardo Dias, trata-se de uma colecção de imagens da autoria de vários fotógrafos portugueses e brasileiros residentes em todo o mundo e tem o selo da Edições Vieira da Silva. Todos os lucros da venda desta obra revertem a favor da Elo Social, Associação para a Integração e Apoio ao Deficiente Mental Jovem e Adulto.
http://www.bertrand.pt

recuperaca_de_ficheiros

Recuperação de ficheiros

A perda de ficheiros armazenados em dispositivos de memória digital tem os dias contados. O RecoveRx, desenvolvido pela Transcend, é um programa que permite ao utilizador analisar um dispositivo de armazenamento em busca do “rasto” de ficheiros eliminados e depois recuperá-los. O RecoveRX está disponível para download gratuito no site da Transcend.
http://www.transcendusa.com




Adobe Photoshop CS5
A Adobe acaba de disponibilizar as novas versões do Photoshop
e do Photoshop Extended. Entre os novos recursos, o destaque do Photoshop CS5 é o Content-Aware Scaling, que permite aos utilizadores editar uma imagem e redimensioná-la sem perder a maior parte das áreas interessantes da foto e sem perder a proporção. Outra aspecto que merece ser destacado é a possibilidade de manipular imagens em 3D com maior facilidade do que antes, sendo que agora pode pintar directamente em modelos e superficies 3D e animar objectos. A integração com o Lightroom, também foi melhorada nesta actualização.

www.adobe.com



Canon EOS 60D
Aqui está a sucessora da Canon 50D. Posicionada directamente entre as EOS 550D e EOS 7D, esta Canon EOS 60D vem refrescar a gama de reflexs digitais para utilizadores avançados de um dos maiores fabricantes de câmaras fotográficas. A EOS 60D vem equipada com um sensor no formato APS-C com uma resolução de 18 megapixels (o mesmo que equipa a 7D) apoiado por um sistema de focagem automática de 9 pontos (todos em cruz) e um processador DiGiC 4 que permite uma sensibilidade máxima de 12.800 ISO e uma velocidade de disparo contínuo de 5,3 imagens por segundo. Além disso a EOS 60D conta com uma ocular de 96% e ampliação de 0,95x, um modo de vídeo 1080p a 30fps (codificado em H.264), uma entrada para um microfone estéreo, uma saída HDMI-CEC e uma entrada para um cartão de memória SD/SDHC/SDXC
http://www.canon-europe.com/

Nikon D5100
A D5100 é uma D-SLR de alto desempenho concebida para estimular o seu lado criativo e ajudá-lo a criar imagens fixas e vídeos como nenhuma outra. O monitor multi-ângulo giratório combina-se com a função D-movie da câmara a fim de permitir disparos únicos de qualquer ângulo. Pode fazer imagens fixas ou filmagens utilizando um efeito especial para adicionar uma sensação de magia. As imagens High Dynamic Range permitem captar imagens fixas extraordinariamente detalhadas de cenas de alto contraste. A forma perfeita de captar a sua visão do mundo, esta câmara foi feita com a liberdade de expressão em mente.
http://www.nikon.pt

Adobe Photoshop Lightroom 3.0
Se for um fotógrafo amador avançado ou profissional, você precisará de uma ampla variedade de ferramentas para manter seus projectos digitais criativos e organizados. O Adobe Photoshop Lightroom 3.0 fornece todos os princípios básicos em um pacote intuitivo.
O Adobe Photoshop Lightroom 3.0 oferece uma variedade de recursos novos e aprimorados, incluindo desempenho mais rápido, redução de ruído e correcção de lente, suporte para arquivos DSLR, vídeos com apresentações de slides com música fáceis decompartilhar, e muito mais.
www.adobe.com

hasselblad_H3DII

Hasselblad H3D-II
A linha de produtos H3D da Hasselblad consegue hoje um nível de maturidade digital e integração com o lançamento da H3D-II, a quarta geração do sistema de máquinas fotográficas digitais, e uma que agora pode, com justa causa, reivindicar ser a melhor máquina fotográfica SLR digital do mundo. Oferecendo uma qualidade de imagem insuperável fornecida através de uma combinação fantástica de lentes, hard‑ware e software, a H3D-II é a líder DSLR no segmento topo de gama, agora reconhecido no mercado fotográfico.
A nova H3D-II já está disponível mundialmen­te através das filiais e parceiros da Hasselblad e com o valor de mercado de 26.500€ pela H3DII-39 (39 megapixels), 21.500€ pela H3DII-31 (31 megapixels), e 17.900€ pela H3DII-22 (22 megapixels), preços sem IVA.
Mais informações: www.comercialfoto.pt 
www.hasselblad.com

canon_powerShot_S5_IS

A nova  Conon EOS-1Ds Mark III com 21 megapíxeis a cinco fotogramas por segundo. Os dois processadores DIGIC III, um ISO de 100-1600 e um sensor CMOS de tamanho equivalente ao 35 mm tornam tudo ainda mais vantajoso.
Este  modelo EOS herdou algumas características da já conhecida EOS-1D, nomeadamente o sistema de focagem automática de 19 pontos tipo cruz, o LCD de três polegadas e o sistema de limpeza.
Corpo: € 6.450.00
http://www.canon-europe.com/

album_digital_hofmann

Album Digital Hofmann
Agora pode ter as suas fotografias num album digital impresso e encadernado como um livro. Pode descarregar gratuitamente o programa para depois realizar no seu PC o album digital. Mais informações no site:
http://www.albumdigital.
com

Corel Paint ShopPro PhotoXI

Paint Shop Pro Photo X4
A Corel acaba de lançar o Paint Shop Pro X4, é um programa para os amantes da fotografia. O programa é extremamente simples de usar, e está repleto de vários efeitos que se podem aplicar em fotos. Um sistema de ajuda em tempo real (Learning Center), é muito fácil começar a trabalhar e obter resultados profissionais rápidamente.O novo Express Lab é outra nova funcionalidade associada ao Paint Shop Pro Photo X4 a partir da qual é possível ver, organizar e processar fotografias de forma mais rápida.
Valor comercial:  € 89
http://www.corel.com/

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os Pioneiros - Progresso e retratos - A fotografia tradicional - A revolução fotográfica
A história da fotografia – Os Pioneiros
A camara escura
A câmara escura
Os artistas utilizaram a câmara escura, tipo caixote, portátil e reflex durante 150 anos, antes do advento da fotografia.
O primeiro fotógrafo
O primeiro fotógrafo
Joseph Nicéphore Niepce foi a primeira pessoa do mundo a tirar uma fotografia, em 1826, mas o seu processo heliográfico era inadequado para as reproduções comuns.
Louis Jacques Mandé Daguerre
Louis Jacques Mandé Daguerre
Talentoso tanto como pintor de paisagem como desenhista de cenários para peças de teatro, além de astuto empresário, Daguerre alcançou fama em 1822 com a encenação do Diorama, em Paris, um espectáculo multicor onde combinava vistas panorâmicas e efeitos variáveis de luz e primeiros planos. Embora se tivesse associado a Niepce em 1829, foi só em 1835, dois anos após a morte deste último, que Daguerre fez a descoberta graças à qual se firmaria como praticamente o único inventor da fotografia prática.
O primeiro daguerreótico
O primeiro daguerreótico
O Estúdio do fotógrafo (1837) é o daguerreótipo mais antigo que existe. Dois anos antes, Daguerre guardara, displicentemente, uma chapa sensibilizada com iodeto de prata num armário, e ao abri-lo, no dia seguinte, encontrara uma imagem revelada. Segundo a lenda criada, o então misterioso agente revelador, o vapor de mercúrio seria proveniente de um termómetro quebrado
O sucesso do daguerreótipo
O sucesso do daguerreótipo
Daguerre não tardou a chamar a atenção dos grupos elegantes da sociedade francesa, com fotografias como As Tulherias. Em certo sentido, a revolução fotográfica teve início no dia 19 de Agosto de 1839, quando a nova técnica e imagens como essa foram apresentadas aos membros da Academia de Ciências e da Academia de Belas Artes. Poucas semanas depois, os vendedores de instrumentos de óptica eram assediados por pedidos de equipamentos.
A febre da fotografia
A febre da fotografia
Uma caricatura francesa satiriza a nova mania fotográfica. Em meados de Outubro de 1839, os daguerreótipos eram vendidos em sete países da Europa e nos Estados Unidos, e, no final de 1840, o manual de autoria de Daguerre era vendido em oito línguas. Em Março daquele mesmo ano, Alexander Walcott abriu ao público o primeiro estúdio de retratos em Nova Iorque, no que não tardou a ser imitado por Richard Beard, em Londres (1841). Apesar de tudo, aquela invenção ainda era imperfeita, sendo capaz de proporcionar apenas um positivo simples, uma fotografia.
 
 
 
 
  A primeira pessoa no mundo a tirar uma verdadeira fotografia, se a definirmos como uma imagem inalterável, produzida pela acção directa da luz foi Joseph Nicéphore Niepce, em 1826. Ele conseguiu reproduzir, após dez anos de experiências, a vista descortinada da janela do sótão de sua casa, em Chalons-sur-Saône. Oriundo da Borgonha, Niepce era um homem arredio, dedicado à invenção de aparelhos técnicos, e interessara-se pela produção de imagens por processos mecânicos através da acção da luz em 1816, três anos depois de começar a trabalhar com litografias. O resultado das suas primeiras tentativas foram negativos de baixa densidade, expostos sobre papel tratado com cloreto de prata e precariamente fixados com ácido nítrico.
  Assim, por volta de 1822, já optara por verniz de asfalto (betume da Judeia), aplicado sobre vidro, além de uma mistura de óleos destinada a fixar a imagem. Com esses materiais, obteve a fotografia das construções vistas da janela da sua sala de trabalho, após uma exposição de 8 horas. Contudo, aquele sistema heliográfico era inadequado para a fotografia comum, e a descoberta decisiva seria feita por um cavalheiro muito mais cosmopolita: Louis Daguerre.
  Ela ocorreu em 1835, quando Daguerre de posse de uma chapa revestida com prata e sensibilizada com iodeto de prata, a qual apesar de exposta não apresentara sequer vestígios de uma imagem, a guardou displicentemente, num armário. Ao abri-lo, no dia seguinte, porém, encontrou sobre ela uma imagem revelada. Criou-se uma lenda em torno da origem do misterioso agente revelador, o vapor de mercúrio, sendo atribuído a um termómetro quebrado; entretanto, é mais provável que Daguerre tenha despendido algum tempo na busca daquele elemento vital, recorrendo a um sistema de eliminação.
  Em 1837 já ele havia padronizado esse processo, no qual usava chapas de cobre sensibilizadas com prata e tratadas com vapores de iodo e revelava a imagem latente, expondo-a à acção do mercúrio aquecido. Para tornar a imagem inalterável, bastava simplesmente submergi-la numa solução aquecida de sal de cozinha.
  Em Julho de 1839, Daguerre vendeu a sua invenção, o daguerreótipo, ao governo francês, recebendo em troca uma pensão vitalícia, no valor de 6000 francos.
  Embora os primeiros daguerreótipos fossem de má qualidade a imagem era invertida, possuía pouco contraste tonal e o tempo de exposição variava entre 15 e 30 minutos, os aperfeiçoamentos não se fizeram esperar. A sensibilidade das chapas foi aumentada, graças ao início do uso do brometo de prata como acelerador; a posição da imagem foi corrigida com o acréscimo de prismas à objectiva; e, quando o ouro foi incorporado ao processo de fixação, o brilho metálico transformou-se no célebre tom violáceo-escuro.
  Às enormes máquinas fotográficas que existiam inicialmente logo foram acrescentadas outras, capazes de tirar fotografias cujas dimensões eram de 1/3, 1/4, 1/6, e 1/8 do tamanho original da chapa (21,6 x 16,5 centímetros).
  Todavia, foi Josef Petzval, um matemático húngaro radicado em Viena, o autor da inovação de maior alcance, fabricando, no ano de 1830, uma nova lente dupla (acromática), formada por componentes distintos: com uma abertura de f/3.6, era trinta vezes mais rápida do que a lente Chevalier comummente empregada, e desse modo ele conseguiu que os tempos de exposição sofressem uma redução drástica.
  Mais do que qualquer outro, foi esse invento responsável pela imediata popularização do daguerreótipo e, na verdade, da fotografia.
  Em termos práticos, ainda não se chegara à invenção certa, pois até então apenas se obtinha um positivo ou seja, uma única fotografia.
  Embora o lançamento dos daguerreótipos, promovido com inteligência, criasse a fotografia, foi um inglês, Fox Talbot, que inventou o primeiro sistema simples para a produção de um número indeterminado de cópias, a partir da chapa exposta, lançando assim as verdadeiras bases para o desenvolvimento desse veículo de comunicação. «Sinto alegria em ser o primeiro a transpor uma montanha», escreveu ele no prefácio de ThePencilofNature, onde faz um relato das suas vitórias.
William Henry Fox Talbot
William Henry Fox Talbot
Cientista, poliglota, viajante e ex-membro do Parlamento, Talbot deu início às suas pesquisas em 1833, em busca de uma imagem fotográfica inalterável. Poucos meses depois, já obtinha negativos minúsculos, após uma exposição de 30 minutos, em máquinas fotográficas de fabricação local, designadas por sua esposa como «ratoeiras». Contudo, foi só no final de 1840, depois do triunfo de Daguerre, que ele passou a fazer progressos palpáveis e inventou o primeiro processo prático para a produção de um número indeterminado de cópias a partir do negativo original.
O primeiro negativo
O primeiro negativo
Por volta de 1835, Talbot já obtivera os seus primeiros negativos, sendo o exemplo mais antigo a janela de rótula de sua casa, situada em Lacock Abbey, em Wiltshire. Porém, passaram-se ainda cinco anos até que ele começasse a usar iodeto de prata e percebesse que os tempos de exposição poderiam ser drasticamente reduzidos, para menos de 1 minuto, se tentasse registar uma imagem latente, revelando-a depois de algum tempo. Ele na verdade revelou e copiou o seu primeiro calótipo (mais tarde, talbótipo) no dia 23 de Setembro de 1840, e relatou o desenvolvimento do seu trabalho num livro estupendo, chamado Thepencilofnature (1844). Uma das chapas, A escada, é apresentada abaixo.
A escada
A escada
Estúdio
O católipo
Um católipo tirado em 1845, tendo como tema o estúdio fotográfico de Talbot, em Reading, Berkshire. Esse processo era utilizado principalmente por amadores que se dedicavam à reprodução de paisagens, mas, na Escócia, David Octavius Hill e Robert Adamson associaram-se para criar uma série notável de fotografias, na qual se incluía Os jovens McCandlish (1846) apresentada abaixo.
Os jovens McCandlish
Os jovens McCandlish
 
 
 
 
 
CONCURSOS


Concurso de Fotografia da National Geographic 2011
As inscrições começam no dia 01 setembro de 2011
e termina 30 de novembro de 2011. Cada entrada consiste em um formulário de inscrição, uma única imagem, e uma taxa de ingresso. A taxa de inscrição é 15 dólares EUA por ingresso.
Para participar, visite
www.ngphotocontest.com
Prais de Albufeira
Concurso de fotografia "Descobre e Fotografa as Praias de Albufeira"
edição de 2011
Mais informações: http://www.cm-albufeira.pt



II Prémio de Arte Grünenthal
Grünenthal Pharma S.A.
(Grünenthal) convida o II Prémio de Arte Grünenthal,
“Que a dor não seja mais do que uma recordação”
dedicado em 2011 à
fotografia, de acordo como seguinte regulamento em:
http://www.grunenthal.pt



"Olhares sobre o Património Ribeirinho»
1.º Concurso de Fotografia “Olhares sobre o Património Ribeirinho” é promovido pela Associação Naval Sarilhense, e, conta com o apoio da Administração do Porto de Lisboa, Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia de Sarilhos Pequenos, Instituto de Dinâmica do Espaço da Universidade Nova de Lisboa e Turi-Portugal – Associação de Turismo de Portugal. Concurso estará a decorrer até ao dia 14 de Outubro.
http://www.rostos.pt



Concurso de Fotografia: Floresta, a nossa herança global
No âmbito do Ano Internacional das Florestas, a LPN e a Caixa Geral de Depósitos promovem um Concurso de Fotografia sobre a Floresta Portuguesa “Floresta, a nossa herança global”, que decorrerá entre 15 de Julho e 25 de Setembro de 2011.O concurso de fotografia tem como objectivo sensibilizar o público para o património florestal de Portugal, incentivando cada um de nós a ter uma atitude mais sustentável e uma maior consciencialização ambiental para a preservação e conservação de todo o ecossistema florestal. O desafio consiste em captar, através de uma fotografia, todo o magnetismo inerente à floresta.
http://naturlink.sapo.pt/



NOVO TALENTO FNAC FOTOGRAFIA 2011
O Prémio Novo Talento FNAC Fotografia 2011 é o destaque que a FNAC dedica a fotógrafos promissores e ainda desconhecidos que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho, à margem das correntes,
desprendido de estilos e de modas. O Prémio Novo Talento FNAC Fotografia 2011 está aberto a qualquer
tendência fotográfica, sem excepção, permitindo assim que se revelem novos valores e novas perspectivas da Fotografia. A convocatória para entrega de candidaturas decorre de 3 de Junho a 30
de Setembro de 2011.
http://cultura.fnac.pt/
novostalentos/fotografia/2011